O nosso website armazena cookies no seu equipamento que são utilizados para assegurar funcionalidades que lhe permitem uma melhor experiência de navegação e utilização. Ao prosseguir com a navegação está a consentir a sua utilização. 
Para saber mais sobre cookies clique em Mais. 

logo_site_alt.jpg

U Universidades

Portugal com duas escolas de negócios entre 50 melhores do mundo no ‘ranking’ Financial Times

As formações para executivos de quatro escolas de negócios de universidades portuguesas foram distinguidas no ‘ranking’ do jornal britânico Financial Times, que coloca a Nova SBE e a Católica Lisbon entre as 50 melhores do mundo.

O ‘ranking’ do Financial Times analisa as instituições de ensino a partir de informação recolhida junto de alunos, direções das escolas e empresas relativamente a critérios predefinidos.

 

Ranking Business School Portuguesas

A Nova School of Business & Economics (Nova SBE) e a Católica Lisbon of Business & Economics (Católica-Lisbon) são, respetivamente, a 25.ª e a 26.ª melhores escolas europeias, de acordo com o ranking do Financial Times.

A Porto Business School ocupa o 59.º lugar e a ISCTE Business School estreia-se na 80.ª posição no FT European Business Schools Ranking 2017.

 

Posição no ranking   Escola  País
 25  Universidade Nova de Lisboa
 Portugal
 26  Universidade Católica  Portugal
 59  Universidade do Porto  Portugal
 80 ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa  Portugal

Fonte: Ranking Financial Times

 

Universidades Portuguesas

As seis universidades portuguesas que têm lugar no ranking do Centro para os Rankings Universitários Mundiais (CWUR, na sigla internacional), o maior do género, conseguem todas melhorar a sua prestação em relação ao ano passado. Os resultados, que são divulgados esta segunda-feira, mostram que é a investigação científica a alavancar a prestação nacional, enquanto o emprego
dos diplomados penaliza os seus resultados.

Segue-se a Universidade Nova de Lisboa (439.º), que é a universidade portuguesa com a maior subida no ranking em relação ao ano passado, melhorando 155 posições. Ultrapassa assim as universidades do Minho (que é agora 522.ª) e de Aveiro (551.ª).As duas melhores representantes nacionais estão no primeiro terço da tabela, com a Universidade de Lisboa em 220.º e a Universidade do Porto sete posições abaixo. A Universidade de Coimbra está na 403.ª posição.

 

PÚBLICO -
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

  
 

Performance na investigação científica

Resultado de imagem para universidade lisboa

O resultado das instituições portuguesas é conseguido sobretudo à custa da sua performance na investigação científica. As seis universidades surgem entre as 500 melhores do mundo em termos de resultados da investigação (“research output”) e as universidades de Lisboa e Porto estão mesmo nas 200 melhores (109.ª e 179.ª, respectivamente). 

O presidente da CWUR, Nadim Mahassen, sublinha a investigação como um “factor-chave” para as instituições nacionais e deixa um aviso: “Será cada vez mais difícil competir no futuro com universidades que fazem investigação intensiva se o Governo não aumentar o investimento na investigação científica.”Universidade de Lisboa está também em destaque nos critérios de qualidade das publicações (154.ª) e número de citações (167.ª).

Só a universidade do Porto consegue um resultado de relevo na avaliação da qualidade do ensino, surgindo no lugar número 195. O corpo docente da universidade do Porto é
também considerado o 191.º melhor do mundo neste ranking.

Aceda aqui ao ranking das universidades portuguesas. 

 

Ensino em Inglês nas Universidades Portuguesas

Cinco das maiores instituições portuguesas de ensino superior apostam nos cursos ensinados exclusivamente na língua de Shakespeare. Em Portugal há cerca de 90 mestrados que são dados exclusivamente em língua inglesa.

 

As principais universidades estão atentas, e fora do universo dos países anglo-saxónicos é cada vez mais comum a existência de cursos, mestrados e doutoramentos ensinados por professores que só falam na língua de Shakespeare. Desta forma, atraem não só alunos locais com pretensões de entrar no mercado de trabalho global como estudantes de todos os cantos do globo que vão dar mais dinheiro e prestígio a estas instituições.

Em todo o país existem cerca de 90 mestrados dados exclusivamente em língua inglesa. A recordista é a Universidade do Porto, com 33 mestrados. Seguem-se a Universidade de Lisboa, com 27, a Universidade do Minho (7), Universidade de Coimbra (4) ,e por último, a Universidade de Évora, com um mestrado, segundo dados do portal holandês StudyPortals.

Além destas instituições, também a Universidade do Algarve tem cerca de duas dezenas de programas lecionados em inglês, sendo "pioneira e líder em Portugal de programas Erasmus Mundus", revela o gabinete de comunicação daquela instituição. Existem 17 mestrados ensinados na língua de Shakespeare, ou em que o inglês é uma língua de opção.

O último relatório do Academic Cooperation Association (ACA), um think thank europeu com sede em Bruxelas na área da cooperação da educação universitária, refere que “não existem diferenças significativas observadas” neste domínio entre os três países do sul da Europa, Portugal, Espanha e Itália. Ou seja, estão todos mais ou menos empatados.

“Para as universidades, a promoção da língua portuguesa não é incompatível com a aposta na formação em língua inglesa, que é a língua internacional”, defende António Cunha, presidente do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas e reitor da Universidade do Minho. Este responsável lembra que as estratégias das instituições públicas “têm sido diferenciadas” neste domínio. Mas assume que se trata de uma tendência que “está a crescer” e “vai reforçar-se no futuro.” No presente, a aposta tem sido sobretudo nos programas das áreas de novas tecnologias, Medicina, Gestão e Economia.

0
0
0
s2sdefault

compete

Câmara do Comércio e Indústria Luso-Sul Africana

Fundada em 1980
Sem fins Lucrativos
Registada em Portugal e África do Sul

Email:

Info@ccilsa.org

Tlf:

+351 213 581 060